Após um concurso mundial para escolher um sucessor na maior fábrica de chocolate do planeta, o menino Charlie Bucket é um dos escolhidos para visitar a famosa propriedade de Willy Wonka. O convite dourado estava dentro das barras de chocolate Wonka e dá acesso à um maravilhoso mundo que não recebia visitas há 15 anos. Encantado com as maravilhas da fábrica, Charlie fica cada vez mais fascinado com a visita.
A história é antiga, mas o filme não perde a originalidade. Lançado em 2005 e dirigido por nada menos que Tim Burton, filme conta com a participação cheia de charme de Jonny Depp no papel principal e pra mim, não ficou devendo nada à outra filmagem, lançada em 1971, do livro de Roald Dahl, de 1964. O musical, diferente de outros filmes do gênero, preza pela graça e colorido sem chegar a ser chato. Comum sair da frente da TV com a musiquinha dos Oompa-Loompas na cabeça.
Ao longo da história, uma série de “acidentes” acontece para tirar os visitantes da fábrica. Tudo sob o olhar irônico e cruel – só ele consegue fazer isso – de Willy Wonka, que acompanha a visita dos pequenos pirralhos à sua fábrica. No fim das contas, como era de se esperar, sobra apenas Charlie, o garoto pobre que come doces apenas uma vez ao ano, no natal. Como não poderia levar a família consigo, o pequeno recusa a fábrica e todo o dinheiro que vem com isso, mas ajuda o senhor Wonka a resolver seus problemas com o pai.
No fim das contas, como em toda história com final feliz, Charlie ganha a fábrica e Willy Wonka uma família. Um bom filme para ver no domingo com a casa cheia e muitos doces acompanhando. Bom para ensinar as crianças sobre o lado virtuoso e puro do ser humano contra o lado mau de sua personalidade, em referência aos personagens mimados e estragados pelos pais que vão sendo “eliminados” da disputa. Indicado ao Oscar de melhor figurino e melhor ator de comédia/musical para Jonny Depp.
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